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| Edição
103 - Eventos |
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| Oxiteno
premia transportadoras |
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Pelo
quarto ano consecutivo a Oxiteno premiou as transportadoras
que mais se destacaram na qualidade do serviço
de envio e entrega de seus produtos, realizando a entrega
do Prêmio Transportadora de Valor, lançado
em março de 2002. Sua criação objetivou
a melhoria contínua dos padrões dos serviços,
alinhando-os às necessidades do mercado, e o reconhecimento,
dentro das categorias estipuladas, do bom desempenho das
transportadoras que atuam sob o regime de contrato. No
período de abril do ano passado a março
deste ano, as transportadoras que prestaram serviços
à Oxiteno movimentaram 570 mil toneladas em 23
milhões de quilômetros percorridos, com 8
mil entregas de carga a granel e 17 mil entregas de carga
embalada no território brasileiro.
Na
categoria Pontualidade e Informação, a premiada
foi a Transportadora Mauá, que realizou 99,11%
das entregas no prazo ou data contratada. Além
disso, a Transportadora Mauá dispõe de rastreamento
em 100% da frota dedicada à Oxiteno. O índice
geral da Oxiteno quanto à efetividade de entregas
na data ou prazo contratado foi de 98,90%.
Na
categoria Qualidade na Entrega, a empresa premiada foi
a Lourenço Transportes, na entrega de carga embalada.
Em Excelência em Segurança, que tem como
pré-requisito para concorrer o fato de a transportadora
não ter sofrido qualquer acidente no período
avaliado, o prêmio ficou para a transportadora Transportes
Cavalinho, que percorreu 2,5 milhões de quilômetros
no período de apuração, sem registro
de acidentes.
Na
categoria Flexibilidade, que premia as transportadoras
que, conforme a equipe da Oxiteno, implantarem maior número
de ações para atendimento a demandas específicas
ou emergenciais, três transportadoras foram premiadas:
José Herculano, Rápido 900 e Deicmar, que
atendem rotas de carga granel e embalada, respectivamente,
a partir de Camaçari.
Já
na categoria Apresentação, que traduz a
percepção dos clientes finais da Oxiteno
e das áreas de expedição das unidades
industriais da Oxiteno em relação às
transportadoras que os atenderam, a empresa que recebeu
a melhor avaliação foi a Transtassi. Houve,
também, uma premiação ao motorista
destaque. O motorista escolhido foi Pedro Gonzaga, da
Transultra, por sua proatividade na solução
de problemas detectados na entrega dos produtos, e contou
ainda com o reconhecimento do cliente.
Para
a premiação de 2007, o prêmio foi
reformulado com a consolidação das categorias
Pontualidade e Informação, Apresentação
e Qualidade na Entrega em única categoria, que
será Qualidade da Entrega.
Outras novidades: a nova identidade visual do prêmio,
que passa a se chamar Prêmio Oxiteno Qualidade em
Logística, e a inclusão de categorias de
premiação para prestadores de serviços
que atendem a Oxiteno nas operações do mercado
externo, como os operadores de isotanques, armadores e
de despacho aduaneiro. |
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| Dow
premia empresas com índice zero de acidentes |
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A
Dow Brasil e a Dow Agrosciences promoveram a quinta edição
do Prêmio DowGol, programa de reconhecimento instituído
com o objetivo de incentivar o aprimoramento contínuo
em segurança nas operações conduzidas
pelos fornecedores de transporte e armazenagem. As letras
G,O e L foram obtidas a partir do lema Guiando, Observando
e Liderando, e expressam o aprimoramento contínuo
de pessoal, equipamentos, das condições
de transporte e das instalações e dos seus
transportadores, terminais e armazéns contratados
pela Dow para essas operações.
O
evento contou com a presença de representantes
de várias entidades, como Abiquim (Associação
Brasileira da Indústria Química), Abiclor
(Associação Brasileira de Álcalis,
Cloro e Derivados), Associquim (Associação
Brasileira do Comércio de Produtos Químicos),
ABTLP (Associação Brasileira dos Transportes
de Cargas Líquidas e Produtos Perigosos), Sest
(Serviço Social do Transporte )/Senat (Serviço
Nacional de Aprendizagem do Transporte).
Mais
de 30 empresas de logística concorreram, entre
transportadores (rodoviários, ferroviários
e marítimos), operadores de terminais marítimos
e armazéns que não registraram nenhuma ocorrência
de acidentes durante um ano. As empresas precisaram adotar
o Programa de Atuação Responsável
da Abiquim, versão brasileira do Responsible Care
Program, criado no Canadá há duas décadas
e atualmente aplicado em 40 países para o gerenciamento
ambiental.
Além
disso, as empresas de transporte precisam ser certificadas
pelo Sistema de Avaliação de Segurança,
Saúde, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ) e as
transportadoras precisam participar do Programa Olho Vivo
na Estrada, uma parceria da Abiquim, Abiclor, Sest/Senat.
A
companhia acredita que, contribuindo para o desenvolvimento
sustentável de toda a cadeia logística,
está respondendo adequadamente às preocupações
da comunidade. Segundo o gerente de logística da
Dow, Dílson Simão, os critérios de
avaliação neste ano foram mais desafiadores,
com a inclusão do índice de recusas para
as transportadoras. Critérios adicionais também
deverão ser adotados para o próximo ano
para os armazéns e terminais, conta Carlos Roberto
Pereira, gerente de Supply Chain.
Com
diplomas de honra ao mérito foram premiadas a Tecmar
Aratu, Stolthaven, Mesquita, Columbia e Sistema. Na categoria
Transportadora de Embalados, as ganhadoras foram a Golden
e a Luft, e os empregados premiados foram, respectivamente,
Edvaldo José dos Santos e Luiz Roberto Maciel.
Em Armazéns, o vencedor foi o Armazém Luft,
e o colaborador escolhido foi Genivaldo José dos
Santos. Como Transportadora Granel, a vencedora foi a
Concórdia, e o motorista, Valter Santos da Silva.
Em Granel Plásticos, a vencedora foi a Tquim, com
o motorista Wilson Maurício da Silva. |
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| Simpósio
reúne técnicos do setor |
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O
2º Simpósio Técnico de Tintas e Vernizes
do Rio de Janeiro (Simpotec) aconteceu no dia 27 de julho,
no Centro Empresarial Rio, Praia de Botafogo, no Rio de
Janeiro. Organizado pelo Sindicato das Indústrias
de Tintas e Vernizes e de Preparação de
Óleos Vegetais e Animais do Município do
Rio de Janeiro (Sintirj), o Simpotec teve como patrocinadores
Makeni Chemicals, Denver Especialidades Químicas,
Down Química, Eastman do Brasil, America Sales
Representative e Ipiranga Química. O encontro contou
também com o apoio da revista Paint & Pintura.
Vários
temas foram abordados no evento, como “Comportamento
das emulsões acrílicas e vinílicas
na fabricação de revestimentos imobiliários”
(Eugênio Runge Neto, Denver Especialidades Químicas),
“Ganhando performance com a substituição
do alcatrão” (Álvaro Souza Ramos,
America Sales Representative), “Resinas de silicone”
(Antonio Carlos Slongo de Campos, Ipiranga Química),
“Coalescentes: suas propriedades na elaboração
de tintas” (Marcos Aurélio Basso (foto),
Eastman do Brasil), “Produção e desenvolvimento
de sistemas solventes” (Nixon Cláudio Sakazaki,
Makeni Chemicals) e “Soluções para
meio ambiente e saúde aplicadas à indústria
de tintas (André Rotstein Schor, Petrobrás
Distribuidora).
De
acordo com o presidente do Sintirj, Guilherme de Souza
Pires, o evento visa proporcionar um aumento no nível
técnico, estimulando o desenvolvimento de novas
tecnologias e a otimização das já
existentes, envolvendo matérias-primas, formulações
e processos. “Os participantes deram uma demonstração
cabal do interesse despertado pela obtenção
de informações, reciclagem de conhecimentos
e acompanhamento do avanço tecnológico no
setor de tintas e vernizes.” |
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| Sinalização
de qualidade |
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Realizado
nos dias 13 e 14 de julho no Hotel Caesar Park Guarulhos,
São Paulo, o Congresso de Novas Tecnologias de
Sinalização e Segurança Viária,
idealizado por um pool de empresas que atuam na área
- formado pela Ipiranga Asfaltos, 3M do Brasil, Sherwin-Williams,
Degussa, Refletiva e Hot Line -, mostrou os principais
problemas que afetam as vias públicas e rodovias
no País, mostrando as novas tecnologias disponíveis
para tornar as viagens mais seguras.
O
evento, dividido em dois campos - Sala Rodovias, voltado
para sinalização de rodovias; e Sala Cidades,
voltado para sinalização das cidades -,
reforça a necessidade de investir sempre na melhor
performance e na aquisição dos produtos.
“As empresas têm trabalhado muito no sentido
de melhorar as condições de sinalização,
visando tanto a durabilidade dos materiais como sua eficácia
no sentido de alertar o motorista e evitar danos à
vida e ao patrimônio. O congresso foi o meio que
encontramos para ligar os dois elos da corrente e mostrar
o que o nosso setor tem para oferecer como novidade a
esse mercado”, conta Áurea Rangel, diretora
executiva da Hot Line.
Na
opinião de Roberto Scaringella, presidente da Companhia
de Engenharia de Tráfego (CET - SP), a sinalização
de ruas e estradas é, antes de mais nada, uma questão
de segurança. “A solução é
baratear os custos, aumentando a durabilidade dos produtos
disponíveis para este mercado”, afirma. |
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