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Brasil, 5 de Janeiro de 2009 Busca por notícias:
 
Edição 103 - Eventos
 
Oxiteno premia transportadoras
 

Pelo quarto ano consecutivo a Oxiteno premiou as transportadoras que mais se destacaram na qualidade do serviço de envio e entrega de seus produtos, realizando a entrega do Prêmio Transportadora de Valor, lançado em março de 2002. Sua criação objetivou a melhoria contínua dos padrões dos serviços, alinhando-os às necessidades do mercado, e o reconhecimento, dentro das categorias estipuladas, do bom desempenho das transportadoras que atuam sob o regime de contrato. No período de abril do ano passado a março deste ano, as transportadoras que prestaram serviços à Oxiteno movimentaram 570 mil toneladas em 23 milhões de quilômetros percorridos, com 8 mil entregas de carga a granel e 17 mil entregas de carga embalada no território brasileiro.

Na categoria Pontualidade e Informação, a premiada foi a Transportadora Mauá, que realizou 99,11% das entregas no prazo ou data contratada. Além disso, a Transportadora Mauá dispõe de rastreamento em 100% da frota dedicada à Oxiteno. O índice geral da Oxiteno quanto à efetividade de entregas na data ou prazo contratado foi de 98,90%.

Na categoria Qualidade na Entrega, a empresa premiada foi a Lourenço Transportes, na entrega de carga embalada. Em Excelência em Segurança, que tem como pré-requisito para concorrer o fato de a transportadora não ter sofrido qualquer acidente no período avaliado, o prêmio ficou para a transportadora Transportes Cavalinho, que percorreu 2,5 milhões de quilômetros no período de apuração, sem registro de acidentes.

Na categoria Flexibilidade, que premia as transportadoras que, conforme a equipe da Oxiteno, implantarem maior número de ações para atendimento a demandas específicas ou emergenciais, três transportadoras foram premiadas: José Herculano, Rápido 900 e Deicmar, que atendem rotas de carga granel e embalada, respectivamente, a partir de Camaçari.

Já na categoria Apresentação, que traduz a percepção dos clientes finais da Oxiteno e das áreas de expedição das unidades industriais da Oxiteno em relação às transportadoras que os atenderam, a empresa que recebeu a melhor avaliação foi a Transtassi. Houve, também, uma premiação ao motorista destaque. O motorista escolhido foi Pedro Gonzaga, da Transultra, por sua proatividade na solução de problemas detectados na entrega dos produtos, e contou ainda com o reconhecimento do cliente.

Para a premiação de 2007, o prêmio foi reformulado com a consolidação das categorias Pontualidade e Informação, Apresentação e Qualidade na Entrega em única categoria, que será Qualidade da Entrega.
Outras novidades: a nova identidade visual do prêmio, que passa a se chamar Prêmio Oxiteno Qualidade em Logística, e a inclusão de categorias de premiação para prestadores de serviços que atendem a Oxiteno nas operações do mercado externo, como os operadores de isotanques, armadores e de despacho aduaneiro.

 
Dow premia empresas com índice zero de acidentes
 

A Dow Brasil e a Dow Agrosciences promoveram a quinta edição do Prêmio DowGol, programa de reconhecimento instituído com o objetivo de incentivar o aprimoramento contínuo em segurança nas operações conduzidas pelos fornecedores de transporte e armazenagem. As letras G,O e L foram obtidas a partir do lema Guiando, Observando e Liderando, e expressam o aprimoramento contínuo de pessoal, equipamentos, das condições de transporte e das instalações e dos seus transportadores, terminais e armazéns contratados pela Dow para essas operações.

O evento contou com a presença de representantes de várias entidades, como Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), Abiclor (Associação Brasileira de Álcalis, Cloro e Derivados), Associquim (Associação Brasileira do Comércio de Produtos Químicos), ABTLP (Associação Brasileira dos Transportes de Cargas Líquidas e Produtos Perigosos), Sest (Serviço Social do Transporte )/Senat (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte).

Mais de 30 empresas de logística concorreram, entre transportadores (rodoviários, ferroviários e marítimos), operadores de terminais marítimos e armazéns que não registraram nenhuma ocorrência de acidentes durante um ano. As empresas precisaram adotar o Programa de Atuação Responsável da Abiquim, versão brasileira do Responsible Care Program, criado no Canadá há duas décadas e atualmente aplicado em 40 países para o gerenciamento ambiental.

Além disso, as empresas de transporte precisam ser certificadas pelo Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ) e as transportadoras precisam participar do Programa Olho Vivo na Estrada, uma parceria da Abiquim, Abiclor, Sest/Senat.

A companhia acredita que, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de toda a cadeia logística, está respondendo adequadamente às preocupações da comunidade. Segundo o gerente de logística da Dow, Dílson Simão, os critérios de avaliação neste ano foram mais desafiadores, com a inclusão do índice de recusas para as transportadoras. Critérios adicionais também deverão ser adotados para o próximo ano para os armazéns e terminais, conta Carlos Roberto Pereira, gerente de Supply Chain.

Com diplomas de honra ao mérito foram premiadas a Tecmar Aratu, Stolthaven, Mesquita, Columbia e Sistema. Na categoria Transportadora de Embalados, as ganhadoras foram a Golden e a Luft, e os empregados premiados foram, respectivamente, Edvaldo José dos Santos e Luiz Roberto Maciel. Em Armazéns, o vencedor foi o Armazém Luft, e o colaborador escolhido foi Genivaldo José dos Santos. Como Transportadora Granel, a vencedora foi a Concórdia, e o motorista, Valter Santos da Silva. Em Granel Plásticos, a vencedora foi a Tquim, com o motorista Wilson Maurício da Silva.

 
Simpósio reúne técnicos do setor
 

O 2º Simpósio Técnico de Tintas e Vernizes do Rio de Janeiro (Simpotec) aconteceu no dia 27 de julho, no Centro Empresarial Rio, Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. Organizado pelo Sindicato das Indústrias de Tintas e Vernizes e de Preparação de Óleos Vegetais e Animais do Município do Rio de Janeiro (Sintirj), o Simpotec teve como patrocinadores Makeni Chemicals, Denver Especialidades Químicas, Down Química, Eastman do Brasil, America Sales Representative e Ipiranga Química. O encontro contou também com o apoio da revista Paint & Pintura.

Vários temas foram abordados no evento, como “Comportamento das emulsões acrílicas e vinílicas na fabricação de revestimentos imobiliários” (Eugênio Runge Neto, Denver Especialidades Químicas), “Ganhando performance com a substituição do alcatrão” (Álvaro Souza Ramos, America Sales Representative), “Resinas de silicone” (Antonio Carlos Slongo de Campos, Ipiranga Química), “Coalescentes: suas propriedades na elaboração de tintas” (Marcos Aurélio Basso (foto), Eastman do Brasil), “Produção e desenvolvimento de sistemas solventes” (Nixon Cláudio Sakazaki, Makeni Chemicals) e “Soluções para meio ambiente e saúde aplicadas à indústria de tintas (André Rotstein Schor, Petrobrás Distribuidora).

De acordo com o presidente do Sintirj, Guilherme de Souza Pires, o evento visa proporcionar um aumento no nível técnico, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a otimização das já existentes, envolvendo matérias-primas, formulações e processos. “Os participantes deram uma demonstração cabal do interesse despertado pela obtenção de informações, reciclagem de conhecimentos e acompanhamento do avanço tecnológico no setor de tintas e vernizes.”

 
Sinalização de qualidade
 

Realizado nos dias 13 e 14 de julho no Hotel Caesar Park Guarulhos, São Paulo, o Congresso de Novas Tecnologias de Sinalização e Segurança Viária, idealizado por um pool de empresas que atuam na área - formado pela Ipiranga Asfaltos, 3M do Brasil, Sherwin-Williams, Degussa, Refletiva e Hot Line -, mostrou os principais problemas que afetam as vias públicas e rodovias no País, mostrando as novas tecnologias disponíveis para tornar as viagens mais seguras.

O evento, dividido em dois campos - Sala Rodovias, voltado para sinalização de rodovias; e Sala Cidades, voltado para sinalização das cidades -, reforça a necessidade de investir sempre na melhor performance e na aquisição dos produtos. “As empresas têm trabalhado muito no sentido de melhorar as condições de sinalização, visando tanto a durabilidade dos materiais como sua eficácia no sentido de alertar o motorista e evitar danos à vida e ao patrimônio. O congresso foi o meio que encontramos para ligar os dois elos da corrente e mostrar o que o nosso setor tem para oferecer como novidade a esse mercado”, conta Áurea Rangel, diretora executiva da Hot Line.

Na opinião de Roberto Scaringella, presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET - SP), a sinalização de ruas e estradas é, antes de mais nada, uma questão de segurança. “A solução é baratear os custos, aumentando a durabilidade dos produtos disponíveis para este mercado”, afirma.

 
 
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