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Brasil, 6 de Janeiro de 2009 Busca por notícias:
 
Edição 103 - Matéria-prima - SNCZ
 
Proteção amigável
 
Em busca de promover a linha de fosfatos e polifosfatos, Alexander Gibb, vice-presidente de vendas e marketing e diretor comercial da SNCZ, visita clientes no Brasil.
 
Marcos Mila
 

Apesar de a SNCZ ser uma das líderes mundiais na produção de cromato de estrôncio, com participação de 3 mil toneladas no mercado total de 8 mil toneladas, um de seus mais importantes executivos, Alexander Gibb, diretor comercial e vice-presidente de vendas, esteve no Brasil para divulgar a linha de fosfatos e polifosfatos de zinco, cálcio e magnésio da empresa. Isso porque, seguindo tendência mundial, cada vez mais os cromatos devem ser substituídos por alternativas mais amigáveis ao ambiente. “Todo ano venho ao Brasil para visitar os clientes e apresentar nossos novos produtos”, conta Gibb, explicando que o País é um mercado importante, o número um na América Latina para a SNCZ.

Gibb relata que uma pequena parte do mercado tem demonstrado interesse nesses recentes desenvolvimentos da empresa, em especial o segmento de coil coating. Ele explica ainda que são principalmente as grandes empresas que atuam nesse segmento: “Essas grandes companhias são muito proativas em remover os cromatos e a SCNZ está desenvolvendo novos produtos sem cromatos para coil coatings. Todo mundo está interessado em substituir o cromato de estrôncio. Esse é o assunto principal, especialmente em grandes companhias, como DuPont e Akzo Nobel”, diz.

Ele lembra, entretanto, que o processo de substituição é um pouco demorado. “Os coil coatings são muito usados em materiais para a construção civil, em prédios, e também para um segmento da linha automotiva. Por ser usado na construção civil, é preciso que o revestimento tenha garantia em torno de 20 a 30 anos contra a corrosão. Por isso é necessário um tempo muito longo para promover o material. O risco financeiro é muito grande e há demora para fazer a substituição.”

Carlos Russo, diretor técnico da Adexim-Comexim, representante no Brasil dos produtos SNCZ, conlui dizendo que os pigmentos anticorrosivos tendem a eliminar os derivados de cromo para irem em direção aos tipos ecológicos. “Com a restrição de uso de pigmentos não ecológicos, esse mercado de fosfatos e polifosfatos está crescendo continuamente e temos tido substancial aumento de demanda, com crescimento final na nossa área de cerca de até 10% ao ano.”

 
 
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