Paint
& Pintura inicia 2007 com otimismo redobrado. Um dos
motivos é o anúncio, feito pelo governo
federal, em janeiro, do PAC – Plano de Aceleração
do Crescimento, que promete criar as condições
necessárias para que a economia avance a taxas
de 5% ao ano até o término do governo Lula.
Já é um começo.
A
notícia, ainda que criticada por muitos segmentos,
é bem-vinda aos setores produtivos em especial,
já que prenuncia investimentos em infra-estrutura,
o que, todos sabemos, é fundamental para a expansão
do País. Caso se confirmem, os esforços
do governo devem repercutir favoravelmente em toda a cadeia
produtiva, particularmente a indústria de tintas
e de seus fornecedores, que tradicionalmente são
peças cruciais em períodos de desenvolvimento
acelerado.
Também
corrobora nossa fé num ano produtivo as expectativas
favoráveis de segmentos como o de embalagens metálicas,
equipamentos de produção e sistemas tintométricos,
temas das reportagens desta primeira edição
do ano. Conforme os executivos entrevistados, há
bons sinais macro-econômicos de estabilidade e,
fundamentalmente, de aquecimento da demanda.
Como
se vê, com um cenário iluminado, todos os
setores sentem-se seguros para investir e contribuir para
o crescimento do País. No caso das indústrias
de tintas, a história é reforçada
pelo empreendedorismo dos profissionais que nelas trabalham,
seja direta ou indiretamente.
Neste
ano que se inicia, há muito para ser trabalhado,
afinal, nada se constrói sem abnegação.
Da mesma forma, nenhum objetivo é alcançado
com intransigência. Talvez esta seja a melhor época
para baixarmos guarda e lutarmos por objetivo comum. Parafraseando
Che Guevara, “devemos endurecer, mas sem perder
a esperança.”
Bom 2007 para todos!
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