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| Edição
108 - Eventos |
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| Makeni
Chemicals completa 25 anos de atividade |
A
Makeni Chemicals, especialista em distribuição
e formulações de produtos químicos,
completou 25 anos de atividade em 2006. Para comemorar
suas bodas de prata, a companhia ofereceu um evento cultural
no Teatro Alfa (SP), já que a proposta da empresa
é incentivar este tipo de ação.
O
espetáculo teve início com a apresentação
da Companhia de Danças de Diadema, com a qual a
Makeni contribui como parte dos trabalhos sociais que
desenvolve. Coordenado por Ana Botosso, a companhia de
danças mantém um programa de caráter
artístico e social que leva os ensinamentos da
dança à comunidade desfavorecida do município,
além de valorizar a inclusão social. Na
seqüência, o evento foi marcado pelo Quasar
Companhia de Danças, abrindo sua temporada de espetáculos
em São Paulo. “Durante a apresentação
no Teatro Alfa foi possível mostrar nossa arte
para os convidados da Makeni, que tanto apóia nosso
trabalho. Foi como se estivéssemos dançando
juntos numa união de idéias, desejos e esperanças”,
declarou Ana Botosso.
Durante
a pausa das apresentações, o mestre de cerimônia
fez uma breve retrospectiva sobre os 25 anos da companhia
reunindo os principais marcos na atividade econômica.
Além disso, Rubens Medrano, diretor superintendente
da Makeni, agradeceu a presença de todos os presentes
e, principalmente, de Joel Fonseca da Costa, prefeito
em exercício do município de Diadema, além
de presidentes de associações e classes
representativas, como, por exemplo, da Fecomércio
– Federação do Comércio do
Estado de São Paulo, que estiveram presentes durante
a celebração.
O
espetáculo foi aberto com a Cia. de Danças
de Diadema com a apresentação “Quixotes
do Amanhã”, ou seja, uma obra que retrata
a reciclagem de lixo por meio de um garoto que deseja
transformar sucatas em sonhos. Na seqüência,
a Quasar Companhia de Danças abriu sua temporada
em São Paulo com o espetáculo “Uma
história invisível, uma instigante relação
entre os cinco sentidos humanos”. Com direção
de Henrique Rodovalho, a narrativa é envolvida
por cores e sons, marcada pelo relacionamento entre a
visão e o tato. |
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| 10º
Prêmio ABRAFATI-Petrobras |
No
último dia 14 de dezembro, durante o jantar anual
de confraternização da ABRAFATI, aconteceu
a entrega do 10° Prêmio Abrafati-Petrobras de
Ciência em Tintas.
Completando
20 anos de existência, a mais importante premiação
do setor no Brasil tem como objetivo incentivar a pesquisa
pura e aplicada relacionada à tecnologia de tintas
e revestimentos orgânicos. E esse objetivo foi,
mais uma vez, plenamente atingido nesta edição,
na qual foram premiados três trabalhos, de pesquisadores
ligados ao universo acadêmico e às empresas.
Quem
conquistou o primeiro lugar foi a equipe formada por pesquisadores
e professores do Instituto de Química da Universidade
de São Paulo, com o trabalho “Pigmentos Termocromáticos
baseados em nanopartículas de ouro incorporadas
em matrizes inorgânicas”. Preparado a partir
da tese de mestrado do pesquisador Leonardo da Silva Bonifácio,
sob a orientação do professor titular Henrique
Eisi Toma, o trabalho contou com a colaboração
dos professores Koiti Araki, Vera Regina Leopoldo Constantino,
Claudia Regina Gordijo e Denise de Oliveira Silva.
“O
prêmio tem um significado que transcende o certificado
e a quantia em dinheiro. É uma prova de que há
uma sinergia não evidente entre universidade e
indústria que pode ser bastante frutífera
no futuro. Ele representa uma grande conquista e um direcionador,
que nos mostrou que estamos no caminho correto do desenvolvimento
da nanotecnologia, além de ser um importante incentivo
para a busca de soluções criativas e modernas
para a geração de pigmentos realmente ‘verdes’
(green chemistry)”, afirmou Leonardo da Silva Bonifácio.
Negro-de-fumo
A segunda colocação coube ao químico
de Pesquisa e Desenvolvimento da DuPont do Brasil Marcos
Fernandes de Oliveira, graças à sua pesquisa
“Estudo da alcalinidade do negro de fumo na prevenção
da corrosão em tanques e embalagens de aço-carbono
e sua influência na estabilidade e redução
de voláteis em dispersões não-aquosas”.
Marcos já havia conquistado o 2º lugar também
na edição anterior do prêmio.
O
prêmio para o terceiro lugar – uma inovação
introduzida nesta edição – foi concedido
à bióloga Cintia de Souza Prado Hannel e
à engenheira química Daniele Cristina Almeida
Hummel Pimenta Santos, da Rohm and Haas Química.
As duas pesquisadoras concorreram com o trabalho “Cultivo
‘In Vitro’ de algas rosa encontradas no litoral
brasileiro, uma proposta de metodologia de teste de eficácia
e controle algicida”, que começou a ser desenvolvido
há cerca de três anos, em função
de necessidades identificadas no relacionamento com os
clientes da empresa.
Resumo do 1º lugar
Pigmentos Termocromáticos baseados em nanopartículas
de ouro incorporadas em matrizes inorgânicas.
O
trabalho mostra que nanopartículas de ouro incorporadas
em matriz de hidrotalcita proporcionam um tipo interessante
de pigmento, no qual a ressonância plasmônica
e o processo de agregação podem ser controlados
pela temperatura. De acordo com a microscopia de varredura
de tunelamento (STM) e a microscopia eletrônica
de transmissão (TEM), os locais preferenciais de
ligação das nanopartículas de ouro
estabilizadas com citrato estão nas bordas das
superfícies das placas de hidrotalcita, levando
a um arranjo quase linear delas. Dessa forma, as cores
observadas provêm das bandas de ressonância
plasmônica e da interferência, em 520 a 700
nm, respectivamente. As mudanças termocromáticas
observadas no material decorrem da competição
entre a agregação das nanopartículas
e os seus processos de fusão, conforme demonstrado
por STM e TEM. Tais mudanças também podem
ser induzidas por um feixe de laser, possibilitando gravar
informações ópticas com esse tipo
de pigmento.
Resumo do 2º lugar
Estudo da alcalinidade do negro de fumo na prevenção
da corrosão em tanques e embalagens de aço-carbono
e sua influência na estabilidade e redução
de voláteis em dispersões não-aquosas.
O
trabalho estuda a estabilidade de dispersões não-aquosas
preparadas com dois tipos de pigmento negro de fumo: um
do tipo furnace que pelo seu processo de produção
apresenta característica alcalina, e outro produzido
pelo processo channel, com característica ácida.
O
estudo compreendeu a avaliação da influência
da higroscopia natural e da química de superfície
dos pigmentos na estabilidade coloidal das dispersões
e a tendência à formação de
corrosão em embalagens e tanques de aço-carbono.
A combinação de negro de fumo alcalino e
agente seqüestrador de umidade se mostrou, no sistema
estudado, a combinação com maior garantia
contra a corrosão e melhor nível de estabilidade
da dispersão não-aquosa avaliada.
Resumo do 3º lugar
Cultivo ‘In Vitro’ de algas rosa encontradas
no litoral brasileiro, uma proposta de metodologia de
teste de eficácia e controle algicida.
O
cultivo “in vitro” de espécie de algas
“rosa”, encontradas recentemente em regiões
litorâneas brasileiras possibilitou o conhecimento
de seu metabolismo e crescimento, assim como a seleção
das condições favoráveis à
manutenção da coloração rosa
“in vitro”. Foram realizados o levantamento
das ocorrências e a coleta das algas, sendo empregados
método de cultivo segundo CCAP modificado {1} e
acompanhamento por técnica de microscopia óptica.
Os
resultados possibilitam a caracterização
de algas clorófitas possíveis para serem
utilizadas como cepas indicadoras na metodologia de eficácia
de preservação contra crescimento de algas.
Os resultados também contribuem para o desenvolvimento
de algicidas eficazes contra o crescimento das algas “rosa”
garantindo a qualidade estética e durabilidade
das tintas aplicadas para a proteção de
exteriores e fachadas no litoral.
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| Tradição
na Miracema |
Como
todos os anos, a primeira quinta-feira de dezembro é
reservada ao coquetel de final de ano da Miracema-Nuodex.
Entre os convidados estavam presentes os clientes, parceiros,
amigos e colaboradores da empresa para o tradicional evento,
que ocorre desde 1983.
Durante
a confraternização, que aconteceu no dia
7 de dezembro, no Club Transatlântico, em São
Paulo, Otto Rohr, diretor-presidente da Miracema, afirmou
em seu discurso o descontentamento com os resultados de
2006. “Não terei saudades de 2006. É
melhor nem mencionarmos o crescimento do Brasil obtido
em 2006”, lamenta Rohr, acrescentando que o país
terá por mais quatro anos o mesmo presidente da
República.
Durante
o evento, a Miracema também divulgou os ganhadores
da 2ª edição do “Prêmio
Fornecedores do Ano”, no qual são avaliados
a qualidade da matéria-prima, pontualidade, documentação
técnica, embalagem, além de comprometimento
e dedicação. O prêmio foi entregue
à Elekeiroz, na categoria produtos químicos;
à Metalloys, em metais e derivados; à Exxon
Mobil, na categoria solventes; à Cargill, na categoria
ácidos graxos, óleos e gorduras; e também
à Metalúrgica Barra do Piraí, na
categoria embalagens. (Lucélia Monfardini) |
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