Um
ano que promete. A começar pela apresentação
do PAC – Plano de Aceleração do
Crescimento pelo governo federal e por todos os desdobramentos
que dele são esperados. A área de infra-estrutura
será prestigiada, assim como a da construção
civil, tradicionais consumidores de grandes volumes
de tintas, industriais e imobiliárias, respectivamente.
E por aí devem seguir, também, investimentos
em outros segmentos, como o automobilístico,
levando em conta o desempenho excelente alcançado
pelas montadoras em 2006, sobretudo no mercado externo.
Também há sinais positivos na área
de madeira, outra exportadora importante e, como tal,
impulsionadora dos negócios da área de
tintas.
Nesta
edição trazemos exemplos
de como segmentos como o de resinas acrílicas
e de agentes hidrorrepelentes estão otimistas
e apostam no aumento de seus negócios. Claro
que considerando a confirmação dos investimentos
do setor público e do esperado aquecimento da
demanda.
Mas
não se pode esperar do governo
todas as iniciativas. Da iniciativa privada deve vir
empenho semelhante ao que está empreendendo
o governo, ainda que críticas possam ser disparadas
na direção do PAC. Mas fato é que
está sendo pincelado um cenário próximo
do ideal para investimentos e novos negócios. É a
hora para aproveitar oportunidades e apostar no crescimento
do País. Vale lembrar que o Brasil não
tem mais tempo para esperar o futuro, simplesmente
porque ele já chegou. |