Com
o desenvolvimento de alternativas personalizadas para cada
um de seus clientes, a Oxiteno disponibiliza seus solventes
com o objetivo de entregar um diferencial competitivo para
que possam enfrentar desafios e garantir total produtividade
e rentabilidade.
Nesse
sentido, a empresa mantém em
sua estrutura um corpo técnico
e comercial especializado, além de laboratórios
equipados para suportar os atuais desenvolvimentos do mercado. “Em
2007, a Oxiteno investirá na
reforma e ampliação de seus laboratórios
de aplicação
para garantir a excelência no atendimento de seus clientes”,
informa Hugo Leonardo Gardelli, gerente de produto – solventes.
Os
dois grandes grupos de solventes da Oxiteno utilizados em
tintas são
os oxigenados (éteres glicólicos, acetatos,
cetonas e álcoois)
e os hidrocarbônicos (alifáticos e aromáticos). “Trabalhamos
com uma linha de solventes oxigenados constituídos
de éteres glicólicos
e seus acetatos, álcoois e seus acetatos e MEK. Esse
amplo portfólio
permite à Oxiteno atuar em todos os segmentos de tintas
e revestimentos, como automotiva original, repintura automotiva,
industrial, tintas de impressão,
can coatings decorativa, vernizes e thinners”, conta
Gardelli.
Gardelli
ainda explica que com a grande tendência
no mercado de uso de tintas hidrossolúveis e alto-sólidos,
há uma demanda maior
pelos solventes oxigenados, por serem mais eficientes. “Na
Europa e Estados Unidos essa tendência se confirmou,
uma vez que os solventes oxigenados representam mais de 50%
do volume utilizado em tintas. Portanto, a demanda por solventes
oxigenados no Brasil tende a apresentar um crescimento superior
ao mercado de tintas e vernizes.”
Perspectivas
Em longo prazo, Gardelli acredita que do ponto de vista de
produtos o mercado continuará sendo fortemente movido
por inovações tecnológicas. “A
estabilização dos princípios econômicos
e a queda dos juros são fatores que estimularão
o crescimento da base econômica, com conseqüente
reflexo no consumo de solventes no mercado em geral. A
informalidade tende a ser cada vez menor, devido ao grau
de sofisticação dos produtos e à fiscalização
mais rigorosa pelos órgãos responsáveis,
resultando em uma competição cada vez maior
na estrutura de custos e na inovação.”
A
previsão do gerente de produto para 2007 é de
um crescimento superior ao do ano passado na indústria
de tintas, isso se não houver grandes mudanças
no cenário político-econômico. “Em
2006 o setor de tintas deve ter fechado com um crescimento
entre 4% e 5%, com exceção do mercado de tinta
automotiva, que provavelmente apresentará um crescimento
maior, entre 7% e 8%. Esse resultado se deve a uma somatória
de fatores, como juros altos, falta de programa de crédito
incentivado para casa própria e a não recuperação
do poder aquisitivo do consumidor final.”
As
medidas do governo para a área de construção
civil poderão influenciar beneficamente o setor. “O
anúncio das medidas provisórias que prevêem
a desoneração tributária de alguns setores
da economia poderá auxiliar no consumo de tintas e
revestimentos. No entanto, o nível de investimentos
em infra-estrutura está em um patamar abaixo do esperado.
Mas de modo geral, ainda não percebemos impacto significativo
no mercado de solventes oxigenados.”
Já o mercado
automotivo se mantém forte devido às
exportações. “Existia a perspectiva de
que o patamar atual do câmbio colocasse em risco as
renovações de contratos de exportação,
porém isso não ocorreu em 2006 e as exportações
de automóveis não devem ser afetadas no curto
prazo, devido à competitividade da indústria
automobilística brasileira”, finaliza. |