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Brasil, 6 de Janeiro de 2009 Busca por notícias:
 
Edição 111 - Pintura Industrial - Aniversário - Sumaré
 
Três décadas anticorrosivas
 

A Sherwin-Williams – Tintas Sumaré comemora 30 anos de existência no mercado de tintas anticorrosivas. Credibilidade e sucesso, acumulados em 30 anos, fazem parte do nome da fabricante.

 
Fabio Sabbag
 

Especificamente no mercado brasileiro, infelizmente, ainda são poucas empresas que conseguem completar mais de sete anos de existência. Já empresas que nascem com estrela própria e identidade confiável atuam por longas décadas no mercado. A Sumaré Indústria Química S.A., ao unir tais características, nasceu em 1976 direcionada ao desenvolvimento e aplicação de revestimentos anticorrosivos.

Rodeada de investimentos e na busca constante do aperfeiçoamento tecnológico, a Sumaré, em fevereiro de 1995, conquistou a certificação ISO 9001. Nos laboratórios, próprios e ofi ciais, brotavam idéias de inovação para o mercado de revestimentos anticorrosivos. Um bom exemplo da vanguarda tecnológica foi o fornecimento de tintas de alta espessura (HB), com tintas de alto sólido (HS) – além de serem formuladas com menor quantidades de solventes (baixo conteúdo de compostos orgânicos voláteis) apresentam componentes menos tóxicos.

Estratégias inovadoras e respeito do mercado ecoaram pelos corredores da indústria tinteira anticorrosiva. Os ecos foram ouvidos por uma empresa americana, fundada em 1866, e que atua desde 1994 em território brasileiro. Em fevereiro de 1997, a empresa, que já se firmava como uma equipe de ponta, ganhou um reforço de peso na disputa dos campeonatos: Sherwin-Williams.

A aquisição da gigante americana era o que faltava para se alcançar o ápice da forma física do elenco. “Com a chegada da Sherwin-Williams ganhamos uma visão de crescimento ainda maior, poder de investimento amplo e intercâmbio
de tecnologias dos laboratórios da matriz”, conta Durival Teixeira Pitta Júnior, diretor comercial.

Garantia além da própria garantia
Ao atuar apoiada em uma equipe técnica presente desde a venda até a correta aplicação do revestimento, a Sherwin-Williams – Divisão Sumaré conseguiu surpreender o usuário de tintas anticorrosivas. “A dedicação profissional criou um diferencial de resultado. A expectativa de durabilidade de cinco anos, em algumas vezes, aumentou; há empresas que precisaram de 20 anos para realizar a manutenção industrial. Na década de 80, tivemos obras grandes de hidroelétricas, com previsão inicial de repintura em 10 anos e só 23 anos depois foi necessário esse trabalho. Esse é um diferencial que muitos clientes levam em consideração”,
afirma Carlos Aníbal Papasian, gerente de mercado.

Na opinião de Pitta Júnior, a credibilidade dos profissionais e dos produtos da Sumaré foi fundamental. “As equipes foram montadas para atender especificamente os diferentes mercados em que atuamos, como, por exemplo, alimentos, estruturas metálicas, açúcar e álcool, bens de capital, fabricante de equipamentos, química e petroquímica”, completa o diretor comercial. No entanto, é preciso lembrar que no Brasil as empresas deixam a corrosão chegar ao limite máximo. “São poucas as empresas que pensam na proteção importante que uma tinta anticorrosiva pode proporcionar. Há falhas até em novos projetos; a primeira pintura tem que ser bem-feita, conseqüentemente, o custo da manutenção se torna baixo. Normalmente o item pintura passa despercebido, salvo pequenas exceções”, conta Papasian.

Não por acaso a fabricante de revestimentos anticorrosivos, que em 1984 produzia 40 mil galões por mês, atualmente, produz cerca de 200 mil galões no mesmo período. “Projetamos trabalhos e especifi camos produtos, dentro de um custo
por metro quadrado razoável, para durarem 10 anos. O grau de conhecimento
que temos, não deixamos a desejar para ninguém. Manter o que conquistamos ao longo de 30 anos e ainda conseguir abrir novos negócios é espetacular”, atesta o
gerente de mercado.

A grande vilã do revestimento
Todos sabem que a corrosão é a grande vilã da indústria em geral. Cabe à Sumaré erradicar ou postergar ao máximo sua ação destrutiva.“Dividimos em duas fases o assunto corrosão; lugares onde a umidade
relativa do ar é até de 60% há uma
projeção aritmética da corrosão; acima de 60% até 100% fazemos uma projeção geométrica. Essa é a primeira análise. A segunda análise é o ambiente industrial agressivo. Há fábricas que estão localizadas à beira-mar ou, mesmo distantes, sofrem ação da maresia. Outro exemplo é a indústria de fertilizante, que expele
amônia e outros agentes agressivos.

Uma fábrica em Minas Gerais sofre o mesmo grau de agressividade, pois recebe chuva ácida. Ao mesmo tempo, temos em Cuiabá (MT) o rio Cuiabá, que gera umidade acima de 60%, além dos gases liberados pela floresta. Aliado a isso há a intensidade dos raios ultravioletas em Cuiabá.

Cada região do Brasil é um caso diferente, mas podemos analisar e apontar o tipo exato de tinta que será utilizada em beneficio do cliente”, explica Papasian.

Mesmo com a ampliação e a injeção de investimentos, o parque industrial brasileiro, segundo Papasian, está chegando aos 50 anos e somente de 20 anos para cá é que o custo da reposição de equipamentos passou a ser signifi cativo. “Sabemos
das difi culdades que cada uma das empresas carrega com os diversos problemas da corrosão.

Na década de 70, por exemplo, o empresário que tinha uma estrutura comprometida simplesmente trocava-a por uma nova. No entanto o custo dessa reposição e da manutenção hoje é alto. Uma fábrica de celulose e papel parada para manutenção significa um absurdo de dinheiro dispensado. A concepção da pintura anticorrosiva precisa ser repensada. Há produtos com desempenho superior, logicamente com valor agregado, que garantem maior durabilidade, conseqüentemente, baixo custo de manutenção.

É a chamada relação custo/benefício”, observa Papasian. Repensar é um exercício diário dentro da indústria de tintas. O consumo brasileiro per capita ainda é muito abaixo do esperado. O positivo é que onde há números abaixo do satisfatório existe tendência de crescimento. “O consumo de tintas anticorrosivas é muito pequeno no
Brasil, temos muito que crescer”, avalia o gerente de mercado.

A corrosão alimenta-se, aproximadamente, de 4% do Produto Interno Brasileiro (PIB). Em outros países esse número é ainda maior. Fato é que, se não combatida, a grande vilã tomará cada vez mais espaço.

E esse espaço significa somente uma coisa: dinheiro perdido para as intempéries da natureza. Na opinião de Papasian, dentro desse segmento interesses brotam, e
repensar, mais uma vez, é preciso. “Há dois interesses opostos: se as empresas de pinturas industriais fizerem o trabalho para 20 anos pode ser que daqui a tempos não tenham serviço. Por outro lado, se os fabricantes de tintas produzirem
tintas para durar 30 anos, o índice de equipamentos obsoletos pode vir a se tornar alarmante, pois o engenheiro mecânico projeta uma máquina para durar 20 anos.

Passados 20 anos e um dia essa máquina já é considerada obsoleta”, observa Papasian. Atenta às novidades e tendências de mercado, a Sumaré está apta a fornecer proteção e durabilidade para equipamentos e instalações das mais diversas indústrias. “A grande comemoração dos 30 anos foi conseguir uma equipe unida, manter e conquistar novos clientes a cada dia. É bom saber que a Sherwin-Williams está disposta a investir ainda mais nos novos projetos. Credibilidade e sucesso são sinônimos da marca Sumaré e vamos continuar por muito tempo ainda” comemora Júnior.

 
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