Especificamente
no mercado brasileiro, infelizmente, ainda são
poucas empresas que conseguem completar mais de sete anos
de existência. Já empresas que nascem com
estrela própria e identidade confiável atuam
por longas décadas no mercado. A Sumaré Indústria
Química S.A., ao unir tais características,
nasceu em 1976 direcionada ao desenvolvimento e aplicação
de revestimentos anticorrosivos.
Rodeada
de investimentos e na busca constante do aperfeiçoamento
tecnológico, a Sumaré, em fevereiro de 1995,
conquistou a certificação ISO 9001. Nos laboratórios,
próprios e ofi ciais, brotavam idéias de inovação
para o mercado de revestimentos anticorrosivos. Um bom exemplo
da vanguarda tecnológica foi o fornecimento de tintas
de alta espessura (HB), com tintas de alto sólido
(HS) – além
de serem formuladas com menor quantidades de solventes (baixo
conteúdo de compostos orgânicos voláteis)
apresentam componentes menos tóxicos.
Estratégias
inovadoras e respeito do mercado ecoaram pelos corredores
da indústria tinteira anticorrosiva.
Os ecos foram ouvidos por uma empresa americana, fundada
em 1866, e que atua desde 1994 em território brasileiro.
Em fevereiro de 1997, a empresa, que já se firmava
como uma equipe de ponta, ganhou um reforço de peso
na disputa dos campeonatos: Sherwin-Williams.
A
aquisição
da gigante americana era o que faltava para se alcançar
o ápice da forma física
do elenco. “Com a chegada da Sherwin-Williams ganhamos
uma visão de crescimento ainda maior, poder de investimento
amplo e intercâmbio
de tecnologias dos laboratórios da matriz”, conta
Durival Teixeira Pitta Júnior, diretor comercial.
Garantia
além da própria garantia
Ao atuar apoiada em uma equipe técnica presente desde
a venda até a correta aplicação do revestimento,
a Sherwin-Williams – Divisão Sumaré conseguiu
surpreender o usuário de tintas anticorrosivas. “A
dedicação profissional criou um diferencial
de resultado. A expectativa de durabilidade de cinco anos,
em algumas vezes, aumentou; há empresas que precisaram
de 20 anos para realizar a manutenção industrial.
Na década de 80, tivemos obras grandes de hidroelétricas,
com previsão inicial de repintura em 10 anos e só 23
anos depois foi necessário esse trabalho. Esse é um
diferencial que muitos clientes levam em consideração”,
afirma Carlos Aníbal Papasian, gerente de mercado.
Na
opinião de Pitta Júnior, a credibilidade dos
profissionais e dos produtos da Sumaré foi fundamental. “As
equipes foram montadas para
atender especificamente os diferentes mercados em que atuamos,
como, por exemplo, alimentos, estruturas metálicas,
açúcar
e álcool, bens de capital, fabricante de equipamentos,
química e petroquímica”, completa o diretor
comercial.
No entanto, é preciso lembrar
que no Brasil as empresas deixam
a corrosão chegar ao limite máximo. “São
poucas as empresas que
pensam na proteção importante que uma
tinta anticorrosiva pode proporcionar.
Há falhas até em novos
projetos; a primeira pintura tem que
ser bem-feita, conseqüentemente,
o custo da manutenção se torna
baixo. Normalmente o item pintura
passa despercebido, salvo pequenas
exceções”, conta Papasian.
Não
por acaso a fabricante de revestimentos anticorrosivos,
que
em 1984 produzia 40 mil galões por
mês, atualmente, produz cerca de
200 mil galões no mesmo período. “Projetamos
trabalhos e especifi camos
produtos, dentro de um custo
por metro quadrado razoável, para
durarem 10 anos. O grau de conhecimento
que temos, não deixamos
a desejar para ninguém. Manter o
que conquistamos ao longo de 30
anos e ainda conseguir abrir novos
negócios é espetacular”, atesta o
gerente de mercado.
A
grande vilã do revestimento
Todos sabem
que a corrosão é a grande vilã da
indústria
em geral.
Cabe à Sumaré erradicar ou postergar
ao máximo sua ação destrutiva.“Dividimos
em duas fases o assunto
corrosão; lugares onde a umidade relativa
do ar é até de 60% há uma
projeção aritmética da corrosão;
acima de 60% até 100% fazemos
uma projeção geométrica. Essa é a
primeira análise. A segunda análise é o
ambiente industrial agressivo. Há
fábricas que estão localizadas à beira-mar ou, mesmo distantes,
sofrem
ação da maresia. Outro exemplo é a
indústria de fertilizante, que expele
amônia e outros agentes agressivos.
Uma
fábrica
em Minas Gerais sofre
o mesmo grau de agressividade,
pois recebe chuva ácida. Ao mesmo
tempo, temos em Cuiabá (MT) o rio
Cuiabá, que gera umidade acima de
60%, além dos gases liberados pela
floresta. Aliado a isso há a intensidade
dos raios ultravioletas em Cuiabá.
Cada
região
do Brasil é um caso
diferente, mas podemos analisar
e apontar o tipo exato de tinta que
será utilizada em beneficio do cliente”,
explica Papasian.
Mesmo
com a ampliação e a
injeção
de investimentos, o parque industrial
brasileiro, segundo Papasian,
está chegando aos 50 anos e
somente de 20 anos para cá é que
o custo da reposição de equipamentos
passou a ser signifi cativo. “Sabemos
das difi culdades que cada
uma das empresas carrega com os
diversos problemas da corrosão.
Na
década de
70, por exemplo, o
empresário que tinha uma estrutura comprometida simplesmente
trocava-a por uma nova. No entanto
o custo dessa reposição e da manutenção
hoje é alto. Uma fábrica
de celulose e papel parada para manutenção
significa um absurdo
de dinheiro dispensado. A concepção
da pintura anticorrosiva precisa
ser repensada. Há produtos com
desempenho superior, logicamente com
valor agregado, que garantem
maior durabilidade, conseqüentemente,
baixo custo de manutenção.
É a
chamada relação custo/benefício”,
observa Papasian.
Repensar é um exercício diário
dentro da indústria de tintas. O
consumo brasileiro per capita ainda é muito abaixo
do esperado. O positivo é que onde há números
abaixo
do satisfatório existe tendência de
crescimento. “O consumo de tintas
anticorrosivas é muito pequeno no
Brasil, temos muito que crescer”,
avalia o gerente de mercado.
A
corrosão alimenta-se,
aproximadamente,
de 4% do Produto Interno
Brasileiro (PIB). Em outros países
esse número é ainda maior. Fato é
que, se não combatida, a grande
vilã tomará cada vez mais espaço.
E
esse espaço significa somente
uma coisa: dinheiro perdido para
as intempéries da natureza. Na
opinião de Papasian, dentro desse
segmento interesses brotam, e
repensar, mais uma vez, é preciso. “Há dois
interesses opostos: se as empresas de pinturas industriais
fizerem o trabalho para 20 anos
pode ser que daqui a tempos não
tenham serviço. Por outro lado, se
os fabricantes de tintas produzirem
tintas para durar 30 anos, o índice de equipamentos
obsoletos
pode vir a se tornar alarmante,
pois o engenheiro mecânico projeta
uma máquina para durar 20 anos.
Passados
20 anos e um dia essa
máquina já é considerada obsoleta”,
observa Papasian.
Atenta às novidades e tendências
de mercado, a Sumaré está apta a fornecer proteção
e durabilidade
para equipamentos e instalações
das mais diversas indústrias. “A grande comemoração
dos 30 anos
foi conseguir uma equipe unida, manter e conquistar novos clientes
a cada dia. É bom saber que
a Sherwin-Williams está disposta a
investir ainda mais nos novos
projetos. Credibilidade e sucesso são sinônimos
da marca Sumaré e
vamos continuar por muito tempo ainda” comemora Júnior. |