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| Edição
118 - Balanço |
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| Rhodia: 7% de crescimento |
A direção do grupo Rhodia anunciou que a empresa obteve faturamento líquido de 1,261 bilhão de euros no terceiro trimestre de 2007, equivalente a crescimento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Este crescimento se deve, entre outros fatores, ao aumento de 9% nos volumes de produção.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 20% no terceiro trimestre deste ano, saltando para 192 milhões de euros em comparação com os 160 milhões de euros no terceiro trimestre de 2006. O resultado operacional do grupo Rhodia cresceu 2,7%, subindo para 115 milhões de euros. A geração de cash flow no trimestre alcançou 53 milhões de euros.
"Nossa forte posição de liderança em mercados em crescimento nos dá total confiança de que continuamos no caminho do crescimento lucrativo e sustentável", disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Rhodia, ao fazer o anúncio dos resultados. Segundo Clamadieu, o grupo espera gerar mais de 100 milhões de euros em cash flow em 2007 e se adiantar em um ano no cumprimento de seus compromissos financeiros. |
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| DuPont: 20% por ação |
"A DuPont alavancou suas operações de forma consistente e 20% de crescimento no ganho por ação neste trimestre", afirma Charles O. Holliday, Jr., presidente e CEO da DuPont. "Aumentamos nossas vendas fora dos Estados Unidos em 11% e tivemos crescimento de 21% nas vendas mundiais do segmento de Agricultura & Nutrição. Nosso desempenho reflete as ações concentradas nos nossos profissionais para executar as estratégias de crescimento e as iniciativas de produtividade, que superaram os desafios impostos pelo maior custo de material e a menor demanda nos Estados Unidos."
As vendas líquidas consolidadas cresceram 6%, alcançando US$ 6,7 bilhões no trimestre. Excluindo as mudanças de portfólio, as vendas tiveram crescimento de 7% e as vendas geradas fora dos Estados Unidos representaram 64% do total de vendas líquidas consolidadas. O crescimento de 6% no volume fora dos Estados Unidos, com significativa expressão na América Latina, foi liderado pelo segmento de Agricultura & Nutrição.
O lucro líquido no terceiro trimestre de 2007 foi de US$ 526 milhões ou US$ 0,56 por ação, incluindo o valor de US$ 0,03 por ação de despesas com litígios. No terceiro trimestre de 2006, o lucro líquido foi de US$ 485 milhões ou US$ 0,52 por ação, incluindo o valor de US$ 0,03 por ação em benefícios de seguros.
A variação de US$ 0,03 por ação nos custos fixos descrita acima inclui cerca de US$ 0,04 por ação referente ao crescimento nos investimentos para acelerar as pesquisas e o desenvolvimento em biotecnologia, expandir a cobertura das vendas globais de sementes e aumentar a capacidade futura de produção, parcialmente compensado pelo benefício de US$ 0,01 por ação referente a projetos de redução de custo além da inflação. A variação de US$ 0,03 por ação no item Outros mencionada acima está principalmente relacionada com um benefício de US$ 0,02 no segmento Agricultura & Nutrição resultante de um pagamento de término de contrato recebido em 2007.
A DuPont atualizou suas previsões para os ganhos de ação em 2007, alterando de US$ 3,15 para um intervalo entre US$ 3,15 e US$ 3,20, excluindo o valor de US$ 0,09 de despesa por ação referente aos itens significativos nos resultados do ano até o momento. No quarto trimestre de 2007, a companhia espera registrar fortes vendas fora dos Estados Unidos, que vão vencer os efeitos da menor demanda nos mercados de habitação e automotivo dos Estados Unidos.
A previsão da DuPont para 2008 é positiva. A companhia espera ter um forte crescimento de receita em mercados emergentes e prevê elevação significativa nos ganhos do seu segmento de Agricultura & Nutrição. A atual previsão da companhia é de crescimento entre 5% e 10% para o ganho por ação em 2008 a partir do ganho antecipado de US$ 3,15 a US$ 3,20 por ação em 2007 sem os itens significativos. A companhia gerou crescimento de 11% nos ganhos por ação sem os itens significativos nos nove primeiros meses do ano.
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| Lanxess: 175 milhões de euros |
O grupo Lanxess, especialista em produtos químicos, registrou significativa melhora de desempenho pelo décimo primeiro trimestre consecutivo. O EBITDA pré-excepcionais, principal variável de medição do desempenho da companhia, subiu 6,7% no terceiro trimestre de 2007, indo para 175 milhões de euros (Q3 2006: 164 milhões de euros). A margem EBITDA pré-excepcionais foi de 10,3% (Q3 2006: 9,7 por cento), a primeira vez que atinge níveis de dois dígitos no início de um semestre tradicionalmente mais fraco. O resultado operacional (EBIT) aumentou 22,4%, indo para 104 milhões de euros (Q3 2006: 85 milhões de euros), e a receita líquida do grupo mais que dobrou no período de julho a setembro de 2007, crescendo de 36 milhões de euros para 75 milhões de euros.
“Este foi o mais forte trimestre de nossa trajetória e nos dá a base para um crescimento sustentável“, comentou o CEO da Lanxess, Axel C. Heitmann.
As vendas avançaram levemente, indo para 1,705 milhão de euros contra 1,691 milhão de euros no mesmo período em 2006. Considerados os ajustes no portfólio e os efeitos cambiais, as vendas cresceram 6%. A Lanxess conseguiu aumentar os preços em 1,6% e os volumes em 4,4%. Os gastos de capital atingiram 59 milhões de euros no terceiro trimestre de 2007, um pouco abaixo do número atingido no início do ano, de 66 milhões de euros. A companhia ainda espera que os gastos de capital neste ano cheguem a aproximadamente 300 milhões de euros. Os passivos financeiros líquidos caíram para 491 milhões de euros, abaixo dos 511 milhões de euros em 31 de dezembro de 2006.
O número de funcionários da Lanxess caiu de 16.481 para 14.659 a partir de 30 de setembro de 2007. Isto se deveu, principalmente, à transferência da antiga unidade de negócio Lustran Polymers para a joint venture Ineos ABS (Jersey) Limited formada com o grupo químico britânico Ineos e ao desinvestimento no Borchers Group.
No Brasil, as vendas cresceram 3,7%, puxadas pelo ótimo desempenho da unidade de negócios Basic Chemicals. A unidade se beneficiou do bom período pelo qual passa o segmento agroquímico. Outro destaque da filial brasileira inclui aumento nas exportações de pigmentos inorgânicos, o que resultou na utilização total da capacidade de produção na fábrica de Porto Feliz (SP). O processo de expansão de capacidade da unidade fabril já foi iniciado.
No quarto trimestre de 2007 a Lanxess espera que o crescimento econômico global continue. Embora a expansão esteja diminuindo nos Estados Unidos, a indústria química mundial será apoiada pela forte demanda nas regiões Ásia-Pacífico e América Latina, associada ao ambiente comercial estável na Europa. Contra esse pano de fundo, a Lanxess continua a prever um EBITDA pré-excepcional para o ano na faixa de 700 milhões de euros a 720 milhões de euros em comparação com os 675 milhões de euros em 2006, apesar de uma contribuição menor para os ganhos por parte da Lustran Polymers.
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