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Brasil, 6 de Janeiro de 2009 Busca por notícias:
 
Edição 119 - Distribuição
 
Rota para o futuro
 

Com o crescimento das exigências nacionais e internacionais por uma distribuição mais responsável, as empresas do setor buscam altos graus de profissionalização através de estratégias e ferramentas diversificadas.

 
Maristela Rizzo
 

Devido aos prazos curtos e à responsabilidade cada vez maior de diminuir gastos com logística, as empresas especialistas em distribuição buscam maior diversificação em seus sistemas de entrega e modelos de gestão, procurando se adaptar a cada tipo de carga transportada.

Essas iniciativas vêm ao encontro também das exigências mais criteriosas dos fabricantes, que chegam ao ponto de realizar até auditorias nas companhias de distribuição em busca de um trabalho que satisfaça suas necessidades e preocupações sociais e ambientais.

Um exemplo é a Isocoat, fabricante de tintas industriais que, antes de iniciar o processo de compras na distribuidora, procura fazer uma avaliação do fornecedor, incluindo sistema de qualidade, ambiente, saúde e segurança ocupacional, além, é claro, da pontualidade e qualidade no transporte.

Vale ressaltar também que a indústria química brasileira está recebendo diversos investimentos nacionais e internacionais, que exigirão cada vez mais um sistema de distribuição extremamente profissionalizado e qualificado para garantir que as diversas matérias-primas cheguem em condições competitivas nos mais diversos e distantes pontos de consumo de um mercado tão continental. “Os aspectos logísticos serão, sem dúvida, os grandes balizadores para identificar os que mais poderão contribuir para o desenvolvimento industrial do País”, informa Carlos Fernando de Abreu, diretor executivo comercial da Bandeirante Brazmo – Grupo Formitex.

Dessa forma, a distribuição de produtos químicos chegou a um grau de importância tal que hoje as empresas do setor buscam processos que possam mantê-las dentro dos padrões internacionais. Tanto que muitas delas procuraram se adequar voluntariamente a certificações como ISO 9001, Processo de Distribuição Responsável (Prodir) e Diretrizes de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), além de estabelecer programas de gerenciamento de risco, entre outros.

A Unipar Comercial e Distribuidora (UCDi) é um dos exemplos dessas empresas que procuram manter uma atuação responsável dentro do setor de distribuição.

Além de cultivar níveis de planejamento e comprometimento com questões de segurança, saúde e meio ambiente, a distribuidora se associou ao Prodir, certificação que só pode ser obtida se a companhia demonstrar total comprometimento com as questões de segurança, qualidade e preservação do meio ambiente impostas pelo programa. A UCDi também obteve as certificações ISO 9000, 14.001 e OHSAS 18.001 (sistema de gestão com foco na saúde e segurança ocupacional). “Demonstramos, dessa forma, nosso compromisso com a qualidade, meio ambiente e segurança e saúde de nossos funcionários e parceiros. Todas essas medidas buscam evitar o acontecimento de qualquer evento indesejado que possa ameaçar a qualquer um que seja”, ressalta Rodrigo Lima Selvaggi, coordenador de logística da empresa.

Outra iniciativa da empresa foi a integração ao Plano de Auxílio Mútuo do Pólo Petroquímico do Grande ABC (PAM). Com isso a distribuidora pode contar com os recursos de todas as empresas do pólo e do corpo de bombeiros em caso de qualquer tipo de emergência nas instalações e, ao mesmo tempo, se coloca à disposição para atender às emergências dos outros membros do PAM.

Como forma de evitar problemas no transporte, a UCDi busca contratar sempre transportadoras que obedeçam as exigências imposta pelo Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ), assim como empresas que dão apoio técnico-operacional para incidentes como produtos químicos, perigosos ou não, em todo o território nacional.

No caso da Ipiranga Química, os requisitos de segurança inerentes à operação com produtos químicos perigosos são considerados já na etapa de projeto das instalações em que layout, intertravamento de processos e tecnologia são aplicados.

Um exemplo dessas iniciativas pode ser comprovado na unidade de Guarulhos (SP), onde os tanques de armazenamento de líquidos inflamáveis possuem inertização com nitrogênio, prevenindo os riscos de incêndio e explosão. Há também alarmes de nível alto e baixo visando evitar transbordamentos e incêndios nas praças de bombas; intertravamento de aterramento nos processos de carregamento e descarga de caminhões-tanque e no processo de envase e sistemas de proteção por sprinkler em cada posição palete para proteção de produtos embalados. Quanto às questões ambientais, a Ipiranga Química possui um sistema de captação dos vapores gerados nas operações que os direciona para uma unidade de combustão de vapores, um equipamento importado especificamente projetado para essa aplicação, visando eliminar a emissão desses vapores diretamente para a atmosfera.

Como todo controle necessita também da preparação dos operadores, a Ipiranga Química fornece treinamento e qualificação para suas equipes operacionais, tanto nos requisitos de segurança dos produtos químicos quanto nos processos realizados. “Desde 1998 estruturamos, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional (Senai), um curso de formação de operadores no qual esses itens são extensivamente tratados”, relata José Eduardo Borges, gerente de operações logísticas.

Sobre os requisitos de segurança externos, Borges divide esse assunto em dois grupos principais: transportadores e clientes. No primeiro caso, a empresa dispõe de uma sistemática para seleção e contratação de transportadores, baseada em requisitos voltados à prevenção de acidentes. Já no que diz respeito a clientes, a preocupação é no sentido de disponibilizar informações e orientações necessárias para que eles possam manusear e armazenar os produtos químicos atendendo aos requisitos necessários de segurança e meio ambiente. Esses treinamentos são realizados por iniciativa da Ipiranga Química e contemplam as principais práticas de SSMA que devem ser observadas quando se atua com produtos químicos. Na companhia também é disponibilizada a Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) de todos os produtos comercializados.

Tecnologia de ponta
No rol das iniciativas das empresas distribuidoras também está presente a preocupação com a modernização dos processos, ou seja, automatização de todos os sistemas de trabalho na busca de gerar mais agilidade no dia-a-dia. Nesse ponto, as companhias passaram a usar e abusar de novos sistemas de integração, softwares específicos e até internet. Para se ter idéia, a Petrobras Soluções Químicas, em 2007, reestruturou sua área de logística, que hoje se encontra mais ágil e automatizada. Para que isso ocorresse foi realizado um estudo logístico, de forma a levantar as demandas de transporte por região, clientes e locais de produção e, assim, aumentar a agilidade da área de logística, aumentando o foco de atendimento.

Também foi ampliado o programa de Gestão de Estoques BR, sistema de acompanhamento e monitoramento de estoques em clientes. Isso foi possível a partir da instalação de medidores e acompanhamento via celular e internet, o que possibilitou a redução de estoque e proporcionou maior tranqüilidade na reposição de produto.

Dentro da reformulação, a empresa resolveu também ampliar as parcerias com transportadoras de produtos químicos, o que resultou em mais opções de equipamentos e melhora na pontualidade da entrega.

Os investimentos não param aí: neste ano a Petrobras fará uma nova análise de seu modelo de atuação logística na entrega, de forma a oferecer novas facilidades e melhoria do nível de serviço aos clientes.

Para o biênio 2008/2009 já estão programados investimentos de R$ 8 milhões. Esse valor será direcionado para projetos de melhoria logística e beneficiamento de produtos, sendo que a maior parte será destinada à ampliação de infra-estrutura e modernização do Terminal de São Paulo - Tespa, transformando-o no Centro de Distribuição de Produtos Químicos. O projeto envolve a ampliação de tancagem (2.000 m³) e automatização do parque atual de armazenagem (6.500 m³), instalação de unidade de mistura e envase de solventes (contêineres, tambores, etc.), construção de galpão para movimentação de produtos embalados, ampliação do laboratório de controle de qualidade e criação de laboratório de aplicação de produtos químicos. Para o beneficiamento de produtos, serão construídos um depósito e uma unidade de beneficiamento de enxofre em Paulínia (Deplan), de forma a aumentar a disponibilidade de armazenagem de enxofre sólido, bem como beneficiar esse produto de forma a atingir novos mercados.

A Bandeirante Brazmo também realizou mudanças em seu sistema de gerenciamento de estoques, migrando do atual sistema para o SAP. Com isso, desde fevereiro de 2007 seus centros de distribuição em Suzano e Mauá, ambos em São Paulo, passaram a operar por meio do WMS SAP (Warehouse Management System), uma solução avançada de gerenciamento em armazenagem. “Para uma operação de distribuição de 3.500 itens e ainda processos de industrialização, a adoção de um sistema de gestão integrada consistente garante o acesso diferenciado dos nossos clientes a uma grande variedade de matérias-primas químicas”, explica Abreu.

Também em busca de modernização de suas operações a Quiminutri Especialidades Químicas passa por reestruturação sistêmica, adaptando-se às melhores tecnologias disponíveis no mercado. “Em conjunto com nosso atual operador logístico utilizamos um sistema WMS e, para os demais departamentos, recorremos ao sistema ERP (Enterprise Resource Planning)”, comenta Maurício Locatelli, diretor comercial da distribuidora.

Até o final do primeiro trimestre de 2008, a companhia integrará seus departamentos, sendo que, do ponto de vista logístico, o controle ficará mais efetivo, uma garantia da nova ferramenta de gestão.

Apesar das mudanças, Locatelli pondera que ainda existe muito a fazer e que as possibilidades de melhorias existentes são inúmeras. “Por isso estamos atentos ao que há de melhor no mercado mundial no que se refere a diferenciais logísticos.”

Há dois anos a Arinos decidiu implantar código de barra via sistema WMS e OMS (gestão de distribuição), o que trouxe mais confiança e rastreabilidade nos processos de controle de estoque e carregamento. De acordo com a gerente de operações Thais Ferrari, esses sistemas permitem fazer inventários rotativos e contábeis, além de controlar a validade dos produtos. Essa ferramenta trouxe agilidade e segurança em todo o processo, pois são feitas duas conferências via código de barra (lote e produto): uma no momento da separação da carga e outra no momento da conferência. “Com isso, conseguimos reduzir praticamente a zero as inversões nos carregamentos”, garante.

No caso da Gafor, o sistema utilizado é o RM Corpore, que garante a atualização dos estoques a cada lançamento, de forma online. Além disso, capacita a realização de lançamentos de custos dos fretes, o que possibilita a escolha mais racional – avaliando custo/benefício – dos caminhões que devem ser utilizados para cada entrega.

Já o sistema utilizado pela D’Altomare vem sendo customizado há mais de dez anos com o objetivo de atender necessidades específicas de seu negócio e área de distribuição. O estoque dos itens é controlado de forma automática, de acordo com parâmetros preestabelecidos, e as movimentações são registradas na totalidade com base em códigos de barra. Os fornecedores da empresa também auxiliam com suporte de software, de forma que os sistemas tenham formas de comunicação. “Atualmente, devido ao crescimento da D’Altomare e também pela grande quantidade de itens oferecidos, seria praticamente impossível operar sem esse tipo de controle”, menciona Luis Machado, coordenador de marketing da empresa.

Diferenciais logísticos
Logicamente, uma empresa não consegue se diferenciar no mercado apenas por agregar ferramentas tecnológicas de última geração. Para isso, é preciso unir experiência, atendimento, profissionais capacitados, parceiros de qualidade, entre muitos outros fatores que, em conjunto, acabam perpetuando a imagem de uma distribuidora dentro do mercado.

Esse é o caso da Adexim-Comexim, que possui vivência de 43 anos, largo período que também repercutiu em inúmeros percalços e, inclusive por isso, uma extensa bagagem de aprendizado.

Há pelo menos 20 anos a empresa passou a trabalhar com três diferentes canais de distribuição. Isso lhe garantiu a possibilidade de operar com fornecimento direto do exterior, que deu início à sua trajetória em 1964; armazém alfandegado, onde é mantido pelo menos 45 dias do consumo médio de cada item por cliente, sem nenhum tipo de ônus; e estoque disponível para entrega imediata, principalmente para produtos de consumo especial.

Apesar de o estoque para entrega imediata estar localizado em São Paulo, a Adexim mantém o maior volume para demanda a curto prazo em armazéns alfandegados. “Para todos os produtos que justificam esse processo temos um acordo com os exportadores que nos apóiam. Essa foi a forma encontrada para manter um estoque de segurança e driblar os problemas inerentes a nossa atividade”, relata o diretor Carlos Russo.

Para Vitor Luis Maluf Amarilla, diretor de marketing da Kalium Comexport, logística não é somente uma ação local, mas uma ação empresarial global. Para isso, a empresa dispõe de colaboradores e inteligência logística em diversos locais do globo, com o objetivo de diminuir custos e melhorar condições operacionais e financeiras dos clientes.

Toda a frota da empresa é terceirizada, o que aumenta a escala do transportador e transforma custos fixos em variáveis. “Nosso diferencial é conseguir desenhar uma ação logística do tamanho do empreendimento do cliente, permitindo a este o crescimento necessário dentro do seu mercado”, garante Amarilla.

De acordo com Paulo Roberto de Oliveira, gerente administrativo e financeiro da Best Química, os diferenciais da empresa estão focados em três pontos: entregas just in time, dois galpões para armazenagem de carga seca, totalizando 2 mil m², e certificação do Prodir. Além disso, atua firme com ações de prevenção em casos de acidentes internos e externos. Para isso possui brigada de incêndio, obriga o uso de EPIs para todos que acessam a área operacional e realiza treinamento constante de primeiros socorros de todo o contingente, assim como check list dos equipamentos essenciais para que os caminhões sejam liberados e para os recebimentos.

Para se diferenciar no mercado e contornar os problemas inerentes da distribuição no Brasil, a MCassab inicia suas operações às 6h. Dessa forma a maior parte dos veículos deixa a unidade antes das 8h, o que proporciona um ganho real de tempo, pois saem antes do horário de pico, conseguindo assim efetuar as entregas com maior rapidez.

A localização da empresa também é estratégica. A MCassab está próxima à Rodovia Anhangüera, contando com saídas para as marginais Tietê e Pinheiros. Já no caso de clientes estabelecidos em outros estados, a distribuidora conta com transportadoras de redespacho. “Optamos por trabalhar com frota terceirizada, pois além de não termos que arcar com o custo fixo de manutenção, podemos exigir do nosso parceiro toda a documentação necessária para efetuar o transporte de produtos químicos”, informa Cláudio Barbosa, coordenador de logística da empresa.

A Evonik Degussa é outra empresa que utiliza sua localização como diferencial estratégico. Seu estoque está localizado nas fábricas e nos centros de distribuição situados em Guarulhos (SP), Cascavel (PR) e Itajaí (SC).

Para ajudar na flexibilidade e agilidade no preparo e despacho de produtos, conta com o sistema ERP e comunicação direta entre cliente e vendas internas e logística.

Outro benefício é a entrega rápida e programada de produtos, com frota definida e dimensionada de acordo com o tipo, embalagem, volume e necessidade específica de transporte. Há também a frota específica para alguns produtos, com o objetivo de agilizar carga, descarga e manuseio do produto pelo cliente.

No caso da Coremal, ao todo são cinco armazéns com estoque local entre o Sudeste e o Nordeste, ou seja, Fortaleza, Recife, Salvador, Contagem e São Paulo. Isso, sem contar a frota própria da companhia, de 51 caminhões, para carga seca e líquida. Tudo isso fica sob controle do software Pirâmide, desenvolvido pela Procenge, além de dois softwares próprios para CRM e gestão da frota pelo Sassmaq.

De olho na estrada
Quando se fala em distribuição, apesar de muitos sistemas estarem preparados para disparar o pedido na hora certa da necessidade de compra e entrega do material, um dos maiores inconvenientes é a falta de capacidade de descarga, que somada a curto espaço de tempo nos horários de recebimento e o trânsito caótico das grandes cidades, cada vez mais complica a circulação. Esses fatores geram custos que acabam sendo diluídos nos produtos, tornando o sistema logístico mais custoso e menos eficiente.

Enquanto o governo não cria situações favoráveis de transporte, as empresas que atuam com distribuição são obrigadas a utilizar as principais vias de acesso rodoviário que, em sua grande parte, se encontram impróprias para o tráfego de veículos.

Para as distribuidoras que atuam com produtos tóxicos, nocivos ao meio ambiente e aos seres humanos, a solução é tomar iniciativas próprias para evitar esses danos e, na pior das hipóteses, ao menos amenizar esses riscos.

A Brisco, por exemplo, conta com unidades e pessoal treinado para agir diante de qualquer situação de emergência, com o objetivo claro de zerar o risco. “Mas quando um imprevisto acontece, além de nosso pessoal também contamos com empresas que prestam serviço em todo o Brasil, serviço de ajuda e assistência em caso de acidentes”, relata o diretor comercial Guillermo Cartillo.

Na Morais de Castro todos os motoristas recebem treinamentos internos e externos para manuseio e transporte de produtos perigosos, além de passarem por curso de Movimentação de Produtos Perigosos (MOPP), que é sempre atualizado.

Os motoristas também estão engajados em programas de segurança, como o “Olho vivo na estrada”, desenvolvido pela Dow Química, e participam de programa interno de incentivo que atua proativamente na prevenção de acidentes e incidentes. “Atualmente, nossos funcionários têm uma média de treinamentos de 1,2% sobre a carga horária trabalhada”, afirma o gerente comercial André Guimarães de Castro.

Ele completa que, além desses pontos, a empresa procurar firmar parcerias com empresas de atendimento às emergências, como a SOS Cotec, e só trabalha com veículos com menos de dez anos de utilização, mantendo um controle rígido de manutenção da frota própria. “Os veículos de terceiros também passam por inspeção rigorosa antes do carregamento. Caso anormalidades sejam detectadas, os terceiros são avisados e o carregamento não é realizado até que as pendências sejam sanadas.”

A Rudnick reverencia a legislação referente à incompatibilidade química no caso de estoque, armazenagem e transporte de produtos. Além disso, possui internamente estrutura de controle para prevenção de acidentes, utilizando para isso o Plano de Ação de Emergência (PAE) e o Programa de Gerenciamento de Risco (PGR).

Na Carbono, além dos treinamentos e processos de capacitação fornecido a seus colaboradores internos, a empresa possui um sistema de qualificação dos seus prestadores de serviço. Com esse trabalho, todos os cuidados com segurança, manutenção, tanto dos equipamentos e dos operadores, são evidenciados.

Esse esforço fez com que a equipe de profissionais da distribuidora elaborasse, em 2005, o “Manual de Conhecimentos básicos operacionais”, instrumento que orienta na manipulação, transporte e armazenamento de produtos químicos, além de primeiros socorros e atendimentos emergenciais.

Para os clientes, a companhia disponibiliza gratuitamente o “Seguro contra danos ao meio ambiente”, que permite reparar qualquer dano causado ao ambiente em caso de acidente durante o transporte ou armazenamento de seus produtos.

 
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