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| Edição
94 - Abrafati |
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| Acima
da expectativas |
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| Abraco |
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A
Abraco (Associação Brasileira de Corrosão)
divulgou durante o Abrafati seu trabalho de difusão
do conhecimento sobre corrosão e técnicas
anticorrosivas. Um dos destaques da associação,
que trabalha sem fins lucrativos, é o Latincorr,
Congresso Latino-americano de Corrosão que a entidade
realizará em Fortaleza (CE) de 21 a 26 de maio de
2006. O evento reúne a comunidade técnica
e científica de universidades e institutos de pesquisas
com o objetivo de contribuir para a disseminação
de conhecimentos e tecnologias entre pesquisadores, técnicos
e empresas nacionais e internacionais. |
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| Adexim-Comexim |
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Para
Carlos Russo, diretor da Adexim-Comexim, o começo
de 2005 foi muito ruim, mas há esperança de
melhora no segundo semestre. Para a empresa, que tem 90%
dos negócios ligados ao segmento de tintas, o desaquecimento
do mercado influenciou muito negativamente no faturamento.
Mesmo assim, a empresa acredita no crescimento de setores
específicos, como a tinta PU base água. Prova
desse crescimento, para ele, foi a presença do presidente
da Bond Polymers International, que veio ao evento para
repassar tecnologia. Outra das representadas da empresa,
a Worlée, trouxe os seus desenvolvimentos em nanotecnologia;
a Estron trouxe novidades em tinta em pó e cura UV;
a Omya, por sua vez, trouxe extensores para dióxido
de titânio; e a Fox trouxe as esferas de ítrium
e uma linha nova de micas e óxido de ferro micácio,
ainda pouco usados no Brasil. A Adexim ainda aproveitou
a realização do evento e promoveu o seu 3º
Seminário Técnico Internacional, que reuniu
120 pessoas no dia 13 de setembro. |
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| Agecom |
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| A
Agecom apostou no Abrafati 2005 para a divulgação
de seu novo produto: o solvente. Conhecida por trabalhar
com a distribuição de óleos minerais
básicos, como aromáticos, naftênicos
e parafínicos, a empresa passou a distribuir solventes
há um ano. A companhia atua também na área
de lubrificantes e combustíveis. |
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| Águia
Química |
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Para
a Águia Química, o ano de 2005 tem apresentado
resultados bons, apesar de, segundo Maurício Scheffer,
diretor, a política econômica penalizar a iniciativa
de produção. “Já estamos sentindo
os sinais de redução da taxa básica
de juros. Isso, mais do que incentivo, é um sinal
ao mercado de que a política do governo deve mudar.
A nossa expectativa é de contínua melhora
daqui para frente. Vivemos o segundo semestre, que para
o nosso segmento é bem mais aquecido. O País
demonstrou maturidade nas suas instituições
e que consegue suportar uma crise grave na política
sem afetar profundamente a economia. Nos últimos
oito meses, a Águia Química acumulou um crescimento
de 15% e esperamos fechar este ano no mesmo patamar”,
completa Scheffer. |
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| Arinos |
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Distribuidora
de matérias-primas para os segmentos de tintas industriais,
metais, madeira, tintas de impressão gráfica
e embalagens flexíveis, a Arinos destacou a linha
de solventes da Total, específica para demandas de
máquinas de altas velocidades para tintas de impressão.
Parceira da Arinos, a Columbian Chemicals dividiu o mesmo
estande e apresentou as linhas Condutex 7055/205, de pigmentos
condutivos, e a Pureblack 100/115, de pigmentos para aplicação
FDA. |
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| Arkema |
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A
Arkema divulgou seus produtos tradicionais, como os catalisadores
para resinas, monômeros acrílicos e os peróxidos
orgânicos. “Nosso objetivo nessa feira é
rever nossos tradicionais clientes e ampliar ainda mais
nossos negócios com novos clientes”, explica
Marcelo França, gerente de produtos. Ele adianta
que a empresa está retornando ao segmento de monômeros
acrílicos. “Eu diria que estamos retomando
o mercado de monômeros acrílicos, em função
das paradas e dos problemas que tivemos em 2004. Estamos
comercializando mais no mercado brasileiro, que ainda está
um pouco devagar frente às previsões que tínhamos.
Prevemos que em 2006 o mercado volte ao normal”, declara
Clóvis Tarchiani, engenheiro de produto. |
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| Ashland |
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A
Ashland participou da feira apostando na melhoria de performance
de seus produtos e adequação de custos.
“Nossa intenção também é
termos laboratório de aplicação para
atender pequenos e médios clientes, sugerindo formulações
adequadas para cada tipo de produto. E o mais importante,
que é a política mundial da Ashland, é
trabalhar em cima de qualidade”, lembra Leandro
Médola, representante técnico comercial.
A
Ashland está entre os quatro maiores fornecedores
de resinas para o mercado de tintas e a expectativa é
a de mostrar valores, porque está havendo uma guerra
muito grande de preços, de acordo com Médola.
“Estamos buscando versões diferentes de resinas,
diversificando produtos no sentido de oferecer melhor
performance para as tintas de uma maneira geral. Esse
é o nosso foco principal, ou seja, novas tecnologias,
novos produtos.” A empresa planeja lançar
algumas resinas, um trabalho que teve início em
outubro do ano passado e deverá estar no mercado
nos próximos meses. |
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| ATBCR |
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Para
a ATBCR (Associação Técnica Brasileira
de Cura por Radiação), a participação
no Abrafati teve o objetivo de divulgar a tecnologia de
cura UV nas diversas áreas onde ela pode ser aplicada.
Segundo Ana Paula Laloe, diretora-presidente da associação,
o Abrafati promove o encontro de todas as partes da cadeia
produtiva e é possível cobrir uma ampla
gama de público num evento só. Além
disso, para ela, a importância do congresso está
também no fato de ser um evento internacional que
recebe a visita de profissionais estrangeiros, principalmente
de países do Mercosul, onde a tecnologia UV está
começando a se difundir.
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| Atlanta
Química |
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A
Atlanta Química marcou sua presença no Abrafati
expondo suas tradicionais linhas de produtos, em especial,
os solventes. “Estamos investindo fortemente na parte
de treinamento de pessoal, informatização
e qualidade, e estamos aumentando aos poucos nossa capacidade
de tancagem e armazenagem. Além disso, após
dois anos de muito trabalho conquistamos recentemente a
certificação ISO 9001”, afirma Alfred
El Kobbi, superintendente, complementando que prevê
para 2006 um ano muito melhor que este. |
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