Expectativas
para 2007 já confirmadas
• EBITDA
pré-excepcionais avançou 6,7 por cento
no terceiro trimestre, indo para EUR 175 milhões
(Q3 2006: EUR 164 milhões)
•
Margem
EBITDA aumentou para 10,3 por cento (Q3 2006: 9,7
por cento)
• Receita
líquida do grupo
mais que dobrou, indo para EUR 75 milhões
(Q3 2006: EUR 36 milhões)
•
Vendas
cresceram seis por cento já considerados os
ajustes no portfólio e as variações
cambiais
•
Dívida líquida caiu
para EUR 491 milhões
•
Vendas da
filial brasileira cresceram 3,7 por cento puxadas
pelo ótimo desempenho da unidade de negócios
Basic Chemicals
O
grupo Lanxess, especialista em produtos químicos, registrou significativa
melhora de desempenho pelo décimo primeiro
trimestre consecutivo. O EBITDA pré-excepcionais,
principal variável de medição
do desempenho da companhia, subiu 6,7 por cento no
terceiro trimestre de 2007, indo para EUR 175 milhões
(Q3 2006: EUR 164 milhões). A margem EBITDA
pré-excepcionais foi de 10,3 por cento (Q3
2006: 9,7 por cento), a primeira vez que atinge níveis
de dois dígitos no início de um semestre
tradicionalmente mais fraco. O resultado operacional
(EBIT) aumentou 22,4 por cento, indo para EUR 104
milhões (Q3 2006: EUR 85 milhões),
e a receita líquida do grupo mais que dobrou
no período de julho a setembro de 2007, crescendo
de EUR 36 milhões para EUR 75 milhões.
“Este
foi o mais forte trimestre de nossa trajetória
e nos dá a base para um crescimento sustentável“,
comentou o CEO da Lanxess, Axel C. Heitmann.
As
vendas avançaram levemente, indo para EUR
1.705 milhões
contra os EUR 1.691 milhões no mesmo período
em 2006. Considerados os ajustes no portfólio
e os efeitos cambiais, as vendas cresceram seis por
cento. A Lanxess conseguiu aumentar os preços
em 1,6 por cento e os volumes em 4,4 por cento. Os
gastos de capital atingiram EUR 59 milhões
no terceiro trimestre de 2007, um pouco abaixo do
número atingido no início do ano, de
EUR 66 milhões. A companhia ainda espera que
os gastos de capital neste ano cheguem a aproximadamente
EUR 300 milhões. Os passivos financeiros líquidos
caíram para EUR 491 milhões, abaixo
dos EUR 511 milhões em 31 de dezembro de 2006.
O
número de funcionários da Lanxess
caiu de 16.481 para 14.659 a partir de 30 de setembro
de 2007. Isto se deveu, principalmente, à transferência
da antiga unidade de negócio Lustran Polymers
para a joint venture Ineos ABS (Jersey) Limited formada
com o grupo químico britânico Ineos
e ao desinvestimento no Borchers Group.
Tendências
do negócio por região
Na Alemanha,
a Lanxess aumentou suas vendas em 5,3 por cento,
indo para EUR 421 milhões (Q3 2006: EUR 400
milhões). As vendas na região EMEA
(Europa excluindo Alemanha], Oriente Médio
e África) subiram 0,8 por cento, indo para
EUR 532 milhões (Q3 2006: EUR 528 milhões).
Em função do forte crescimento dos
mercados do Leste Europeu, a LANXESS decidiu instalar
um escritório em Bratislava, na Eslováquia,
em outubro de 2007.
Na
região das Américas,
as vendas atingiram EUR 427 milhões, quatro
por cento abaixo do resultado atingido no mesmo período
do ano anterior, de EUR 445 milhões. As vendas
na região, após os ajustes no portfólio
e as variações cambiais, subiram 8,1
por cento em comparação ao mesmo período
de 2006. Todos os segmentos contribuíram para
este bom desempenho, tanto na América do Norte
quanto na América Latina.
No
Brasil, as vendas cresceram 3,7 por cento, puxadas
pelo ótimo
desempenho da unidade de negócios Basic Chemicals.
A unidade se beneficiou do bom período pelo
qual passa o segmento agroquímico. Outros
destaques da filial brasileira inclui aumento nas
exportações de pigmentos inorgânicos,
o que resultou na utilização total
da capacidade de produção na fábrica
de Porto Feliz. O processo de expansão de
capacidade da unidade fabril já foi iniciado.
Na
região Ásia-Pacífico as vendas
cresceram 2,2 por cento no terceiro trimestre, indo
para EUR 325 milhões (Q3 2006: EUR 318 milhões).
Ajustadas para os efeitos do câmbio e para
os desinvestimentos realizados no ano anterior, as
vendas subiram substancialmente em seis por cento.
Como resultado, a participação desta
região nas vendas totais aumentou de 18,8
por cento para um recorde de 19,1 por cento. Aqui,
novamente, o carro chefe do crescimento foi a China,
onde as vendas registraram ganhos de dois dígitos.
Informações
sobre os segmentos
Como nos trimestres anteriores,
o negócio no segmento
de Performance Polymers desenvolveu-se muito bem,
com um aumento nas vendas de 3,6 por cento, indo
para EUR 667 milhões (Q3 2006: EUR 644 milhões).
Preços mais altos e maiores volumes em quase
todas as unidades de negócio contribuíram
para o bom desempenho deste ano. A unidade de negócio
Butyl Rubber (Borracha Butílica) foi particularmente
bem, registrando um aumento acima da média
nos volumes no terceiro trimestre. De uma forma geral,
o EBITDA pré-excepcionais deste segmento subiu
21,8 por cento, indo para EUR 95 milhões (Q3
2006: EUR 78 milhões) graças à tendência
favorável em todas as unidades de negócio.
A margem EBITDA pré-excepcionais subiu 2,1
pontos percentuais, indo para 14,2 por cento.
As
vendas também aumentaram no segmento de Advanced
Intermediates em 8,8 por cento indo para EUR 298
milhões em comparação com os
EUR 274 milhões no ano anterior. A unidade
de negócio Basic Chemicals (Produtos Químicos
Básicos) beneficiou-se particularmente do
desempenho positivo dos intermediários. O
crescimento do volume reforçou a posição
desta unidade de negócio no complexo mercado
norte americano. A unidade de negócio Saltigo
conseguiu um crescimento de volume nos negócios
de defensivos agrícolas e especialidades,
enquanto que as vendas dos intermediários
farmacêuticos caíram. O EBITDA pré-excepcionais
deste segmento permaneceu inalterada desde o terceiro
trimestre de 2006, ficando em EUR 41 milhões.
A margem EBITDA pré-excepcionais caiu de 15
por cento para 13,8 por cento.
O
segmento de Performance Chemicals mostrou-se sólido
no terceiro trimestre de 2007. As vendas caíram
6,6 por cento, indo para EUR 493 milhões (Q3
2006: EUR 528 milhões)
devido ao desinvestimento na unidade de negócio
Textile Processing Chemicals (Químicos para
Processamento Têxtil), e os efeitos cambiais,
mas subiram 3,4 por cento, se considerados esses
fatores. A maior parte desta melhora veio da tendência
positiva nas unidades de negócio Leather (Couro),
Rhein Chemie, Rubber Chemicals (Químicos para
Borracha) e Ion Exchange Resins (Resinas de Troca
Iônica). O EBITDA pré-excepcionais caiu
5,6 por cento em comparação com o ano
anterior, indo para EUR 67 milhões (Q3 2006:
EUR 71 milhões) por causa do desinvestimento
na unidade de negócio Textile Processing Chemicals
(Químicos para Processamento Têxtil).
Em contraste, a margem EBITDA pré-excepcionais
aumentou levemente para 13,6 por cento (Q3 2006:
13.4 por cento).
A
partir do quarto trimestre de 2007, o segmento Engineering
Plastics foi descontinuado, tendo em vista o desinvestimento
na unidade de negócio
Lustran Polymers. As vendas do terceiro trimestre
neste segmento atingiram EUR 224 milhões,
3,2 por cento a mais do que no terceiro trimestre
de 2006. Entretanto, a EBITDA pré-excepcionais
ficou bem abaixo das expectativas, com apenas EUR
2 milhões.
Visão
geral de 2007
No quarto trimestre de 2007 a Lanxess
espera que o crescimento econômico global continue.
Embora a expansão
esteja diminuindo nos Estados Unidos, a indústria
química mundial será apoiada pela forte
demanda nas regiões Ásia-Pacífico
e América Latina, associada ao ambiente comercial
estável na Europa. Contra este pano de fundo,
a Lanxess continua a prever um EBITDA pré-excepcionais
para o ano na faixa de EUR 700 milhões a EUR
720 milhões em comparação com
os EUR 675 milhões em 2006, apesar de uma
contribuição menor para os ganhos por
parte da Lustran Polymers.
Dados-chave,
3º trimestre
2007 - (EUR milhões)
| |
3º trim
2007 |
3º trim
2006 |
Variação
% |
| Vendas |
1.705 |
1.691 |
0,8 |
| EBITDA
pré excep. |
175 |
164 |
+6,7 |
| Margem
EBITDA Pré excep. (%) |
10,3 |
9,7 |
|
| EBIT
pré excep. |
112 |
102 |
+9,8 |
| Lucro
Líquido |
75 |
36 |
|
| Capex |
59 |
66 |
-10,6 |
A
Lanxess é uma empresa nova e independente,
com sede na Alemanha e líder em especialidades
químicas. Com vendas de Euros 6,94 bilhões
em 2006, a empresa tem mais de 14.500 funcionários
distribuídos em 21 países e está presente
em 47 localidades no mundo. Os negócios da
Lanxess estão focados no desenvolvimento,
produção e vendas de especialidades
químicas, plásticos, borrachas e químicos
intermediários.
No
Brasil, a Lanxess tem cerca de 400 funcionários
distribuídos nas
unidades de São Paulo, Porto Feliz (SP) e
São Leopoldo (RS).
O
nome Lanxess é a
combinação das palavras francesa lancer (lançar) e da inglesa success (sucesso). A
Lanxess é uma empresa dinâmica, orientada
para o futuro, com foco nos negócios que se
destaca entre os líderes mundiais no segmento
de produtos químicos. |