Esse é o
tema do seminário organizado pela revista
Meio Ambiente Industrial e realizado pela Ambientepress
Comunicação Ambiental e o BCB-Brazilian
Carbon Bureau, nos dias 27 e 28 de agosto de 2007,
no CRQ - Conselho Regional de Química, em
Pinheiros, São Paulo.
A
proposta do evento é apresentar
o contexto geral sobre o mercado de créditos
de carbono; os mercados Kyoto e Não-Kyoto;
a importância dos inventários de emissões
de GEEs e as iniciativas em prol da neutralização
de emissões de CO2 por parte das empresas
e, os cases de sucesso em pequenas e médias
empresas.
Os
temas abordados serão trabalhados,
detalhadamente, com o público participante,
para que o mesmo, não fique com dúvidas
em relação ao mercado de carbono. Para
isso, o seminário foi dividido em quatro módulos:
1º Aquecimento
Global - conseqüências
futuras para o setor industrial; apresentação
de um quadro de qual será o reflexo para o
setor nas atividades; quais as áreas/setores
que mais sofrerão impactos negativos e perspectivas;
2º Mercado
de Créditos de Carbono - panorama
geral do mercado de créditos de carbono; linhas
de Financiamento; o que é o mercado de créditos
de carbono, o seu surgimento, a sua razão,
posição atual e a posição
futura do Brasil para esse mercado;
3º Mercados:
Kyoto - projeto de MDL no âmbito de Kyoto;
quem compra créditos e quem vende?; situação
do Brasil; vantagens; estatísticas mais recentes
do mercado de Kyoto. Não-Kyoto - o que significa?;
quais as regras?; como desenvolver o projeto nesse
mercado?; como comercializar?; situação
do Brasil; vantagens; estatísticas mais recentes
do mercado;
4º Inventário
de emissões
de GEEs e Neutralização de emissões
de CO2 - inventário de Emissões; formas
de neutralização: Energia Limpa, Florestamento
e Reflorestamento; linhas de Financiamento; vantagens;
estatísticas mais recentes e cases bem sucedidos.
Segundo
Julio Tocalino Neto, diretor executivo da revista Meio
Ambiente Industrial, o objetivo do seminário “não é só expor
a parte teórica, mas discutir, avaliar e debater
esses conceitos para informar e formar profissionais
capacitados para atuarem nesse segmento, identificando
o potencial de suas empresas e adequando de forma
consciente e pró-ativa, qual o melhor projeto;
além de gerar resultados significativos com
aportes reduzidos de investimentos, dentro dos parâmetros
dos MDL’s.”
O
público-alvo são
empresários nas áreas de energia, saneamento,
aterros, óleo e gás, agro-negócio,
meio ambiente, orçamento e gestão,
recursos hídricos, ciência e tecnologia
entre outros. Diretores de empresas, gerentes de
meio ambiente, economistas, investidores, advogados,
coordenadores de projetos, e professores estudantes
na área ambiental, especialistas na área
sócio ambiental, ONGs, consultores e representantes
de organismos públicos e privados. |