Mata Viva completa 300 mil mudas plantadas no Complexo Químico da BASF, em Guaratinguetá (SP)

17/12/2020 - 11:12

Nesta semana, o Mata Viva mantido pela BASF totalizou o plantio de 300 mil mudas no Complexo Químico de Guaratinguetá, em São Paulo. A espécie escolhida para simbolizar o momento foi a Resedá (Lagerstroemia indica) e foi plantada pela comissão local de Sustentabilidade da companhia. O programa também foi responsável pela recuperação mais de 300 metros de mata ciliar, que foi implementada em outras áreas do Complexo Químico, atingindo 132 hectares e permitindo a remoção de 33,5 mil toneladas de carbono da atmosfera.

"A BASF tem um compromisso global com o meio ambiente. Proteger e restaurar florestas é um papel crucial na redução dos efeitos adversos das mudanças climáticas. Esse é um grande marco, resultado de um sério trabalho de revitalização dessa importante área de conservação ambiental em Guaratinguetá, desenvolvido ao longo de décadas de forma voluntária pela empresa", comemora Patrick Silva, diretor do Complexo Químico da BASF em Guaratinguetá e de Infraestrutura para a América do Sul.

O Mata Viva foi iniciado pela BASF em 1984, com o objetivo de desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água na região. "Hoje o essa cobertura verde, que totaliza 132 hectares, pode ser vista ao longo de 1,4 km do Rio Paraíba do Sul, uma área equivalente a 185 campos de futebol", afirma Patrick Silva.

Esses resultados beneficiam não somente a BASF, mas também os habitantes da cidade. Um levantamento feito pela Fundação Espaço ECO - consultoria de sustentabilidade instituída e mantida pela BASF desde 2005 - ressalta que este trabalho permitiu a remoção de 33,5 mil toneladas de carbono da atmosfera. Caso este elemento estivesse na atmosfera, poderiam ser gerados impactos na saúde humana, na agricultura e nas infraestruturas das cidades a um custo de R$ 4,4 milhões.

O Programa Mata Viva vai ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Indústria, Inovação e Infraestrutura; Combate às alterações climáticas; e Vida sobre a Terra). A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda 12 m² de área verde por habitante. Considerando o Mata Viva da BASF, a cobertura verde da cidade atinge quase 17 m² de área verde por habitante, valor superior ao índice recomendado pela OMS.

Inaugurado em 1959, o Complexo Químico de Guaratinguetá São Paulo é o maior da BASF na América do Sul. Com 11 unidades produtivas e produção para 6 divisões da companhia, atualmente, trabalham no site cerca de 2 mil colaboradores diretos e contratados. "A BASF opera em mais de 90 países. O objetivo geral do esforço de proteção ambiental da BASF é trabalhar para garantir o sucesso de nossas operações e o bem estar das pessoas e do meio ambiente. Programas colaborativos como o Mata Viva demonstram o nosso compromisso em promover o reflorestamento e aumentar a biodiversidade", conclui Patrick Silva.

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