A transformação do mercado de embalagens industriais e alimentícias no Brasil passa, cada vez mais, pela substituição de materiais tradicionais por soluções mais leves, recicláveis e alinhadas às exigências ambientais da indústria. É nesse movimento que a Fibrasa, fabricante capixaba de embalagens plásticas com sede na Serra (ES), consolida sua estratégia de crescimento para os próximos anos.
Com 55 anos de atuação e forte presença nos segmentos de alimentos, tintas, vernizes e impermeabilizantes, a empresa projeta alcançar R$ 700 milhões em receita líquida até 2026. Para sustentar essa expansão, a companhia já investiu R$ 150 milhões nos últimos dois anos e possui outros R$ 120 milhões contratados para o próximo ciclo de investimentos.
A nova etapa de crescimento está diretamente ligada à agenda de sustentabilidade e inovação industrial. Um dos principais vetores é a ampliação da produção de baldes plásticos destinados ao setor de tintas, mercado historicamente dominado por embalagens metálicas. A migração para recipientes plásticos tem sido impulsionada por fatores como menor risco de corrosão, maior praticidade logística e avanço do uso de resinas recicladas.
Além do segmento industrial, a Fibrasa também direciona esforços para o desenvolvimento de embalagens alimentícias mais leves, reduzindo o consumo de matéria-prima sem comprometer desempenho e segurança. A estratégia acompanha a crescente demanda da indústria por soluções com menor impacto ambiental e maior eficiência produtiva.
Fundada pelas famílias Castro, Ramon e De Pauli, a companhia pretende se tornar, até 2030, uma referência nacional em sustentabilidade no setor de transformação de plásticos. Entre as metas estão o aumento do uso de resina reciclada em embalagens industriais e a contínua redução do peso das embalagens para alimentos, movimento que contribui para menor consumo de plástico e redução das emissões associadas à cadeia produtiva.
Combinando expansão industrial, inovação tecnológica e foco ambiental, a Fibrasa reforça seu posicionamento em um mercado que avança rapidamente rumo à economia circular e às embalagens de menor impacto.




